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Fernando Dias

Administrador de Empresas, pai da Duda e da Gabi. Uma pessoa comum, compartilhando sua experiência como pai!

O que passa na cabeça do homem ao descobrir que será pai?

Avatar outubro 20, 2018 1 comment
descobrir que será pai

A chegada de uma criança, mesmo quando planejada, traz grandes modificações na vida de qualquer pessoa: seja na vida prática ou mesmo no que diz respeito às prioridades e preocupações. Ao descobrir que será pai, diversas sensações começam a surgir: alegria, medo, dúvida, euforia, incerteza, êxito, ansiedade são alguns exemplos.

Pensando nisso, no post de hoje falaremos mais sobre os pensamentos compartilhados por muitos homens que acabam de descobrir que serão pais. Vamos lá!

Como me planejar financeiramente?

Planejada ou não, uma gravidez exigirá sempre um maior controle financeiro. Muitos homens ainda se consideram provedores e, por isso, a estabilidade financeira é um dos maiores receios.

Por isso, é crucial buscar maior segurança no mercado de trabalho. Se considerar conveniente, algumas atitudes (como mudar o foco da carreira, retomar os estudos, adquirir uma segunda profissão) podem ser positivas a longo prazo e devem ser consideradas e discutidas para que a família encontre a opção que se encaixa melhor em seu contexto.

Como ser um bom pai?

Como vou conseguir ter um relacionamento saudável com meu filho? Ele vai gostar de mim? Serei um bom pai? O que fazer para educar meu filho adequadamente?

Esses questionamentos são comuns em todos os pais. Todavia, são dúvidas saudáveis e importantes durante este momento de transição, segundo a psicóloga Margarida. Por isso, repensar atitudes durante os próximos meses pode ser bastante útil para aprimorar suas habilidades como pai. É importante que você:

  • comece a estabelecer prioridades para uma paternidade saudável;
  • mantenha, junto com a mãe do bebê, um relacionamento benéfico a dois, mesmo que não venham a criá-lo como um casal.

Como ficará minha vida sexual?

Algumas questões em relação à vida sexual do casal podem surgir, como:

A mulher deixará de ter interesse sexual?

As transformações físicas e emocionais que surgem durante a gravidez podem reduzir a libido da mulher, principalmente no primeiro trimestre, mas isso não é uma regra.

Manter o respeito e o diálogo é bastante benéfico em todos os momentos de uma relação e durante a gravidez não é diferente. Esse é um momento delicado, que varia muito de mulher para mulher e de casal para casal, o importante é ter paciência e, principalmente, respeitar o tempo que sua mulher leva para assimilar as mudanças pelas quais ela está passando.

O sexo pode prejudicar o bebê?

Um medo que atinge muitos homens é o de que o sexo possa prejudicar a saúde do bebê. Felizmente, essa questão é totalmente infundada.

O bebê fica protegido pelo líquido amniótico e, desde que o sexo não seja extremamente violento, ele não vai prejudicar a mãe ou o bebê. Em casos em que há histórico de abortos espontâneos ou placenta prévia, o médico pode recomendar um período sem relações sexuais (mas não costuma passar dos primeiros meses).

E o meu interesse sexual, pode acabar?

Ainda de acordo com a psicóloga Margarida, alguns homens podem ter o interesse sexual reduzido, por enxergar a mãe apenas como mãe e não como mulher. Nesse caso, é interessante buscar ajuda profissional (psicólogos), para melhor compreender a situação e manter o relacionamento e a gravidez saudáveis.

Como será minha vida daqui para frente?

Para a psicóloga Margarida Antunes Chagas, homens despreparados a lidar com frustrações podem sentir certa angústia com as mudanças e pensarem em questões como “o futebol de domingo” e “os finais de semana”. Outros possuem uma postura mais segura e veem a situação com alegria e otimismo.

Independente do momento da chegada de um filho (se foi planejado ou não, se o casal é novo demais para constituir família, se estão juntos ou não), ele deve ser encarado com maturidade e o pai deve se preparar para rever seus valores e assumir uma postura que será promissora e responsável para a situação.

Descobrir que será pai envolve um mix de sentimentos. A paternidade, todavia, é momento único na vida de um homem e, se bem vivenciada, proporcionará muitas alegrias e êxitos em sua vida. Assim, aprecie bastante essa etapa e seja um verdadeiro pai para seu filho!

Já passou por essa situação de descobrir que será pai? Quais outras questões surgiram em sua cabeça? Conte pra gente nos comentários!

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Licença paternidade são cinco dias úteis ou corridos? Entenda!

Avatar outubro 2, 2018 3 comments
licença paternidade

A paternidade é um momento muito importante na vida de um homem e que gera muita ansiedade. Um filho traz diversas responsabilidades e expectativas. A legislação brasileira garante que, após o nascimento do bebê, o pai poderá prestar auxílio à mãe e ficar perto do seu filho com a licença paternidade. Trata-se de licença remunerada com prazo de 5 dias.

É normal que surjam dúvidas a respeito desse período de afastamento e da forma de contar o prazo: são cinco dias úteis ou corridos?

Para esclarecer essa dúvida preparamos este texto explicativo sobre a licença paternidade. Continue a leitura!

Licença paternidade

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) regulamenta a licença paternidade em seu art. 473, III, concedendo um dia de folga ao pai no caso de nascimento de filho, na primeira semana após o nascimento.

A Constituição Federal (CF) também prevê o direito a essa licença no artigo 7º, XIX, contudo, sem fixar prazos.

Já as disposições transitórias regulamentam a matérias no artigo 10, §1º, fixando prazo de 5 dias para o afastamento.

Apesar da diferença entre a previsão da CLT e da CF, aplica-se a segunda por questão de hierarquia das leis: a Constituição é o instrumento normativo mais importante do Brasil, além de ser mais recente que a CLT.

Contagem do prazo: cinco dias úteis ou corridos

É normal que surja a dúvida em relação à forma de contagem desse prazo: são 5 dias úteis ou corridos?

A lei não deixa claro, mas costuma-se contar em dias corridos. Entretanto, por se tratar de licença remunerada, há o entendimento de que a licença deve se iniciar em dia útil.

Desse modo, se o nascimento aconteceu em um sábado, por exemplo, a contagem do prazo licença terá início somente na segunda-feira.

Diante das divergências existentes em relação à interpretação da lei, é importante verificar a norma coletiva que regulamenta essa licença para ter certeza dos seus direitos.

Licença paternidade de 20 dias

Atualmente existe o programa Empresa Cidadã, criado pela Lei nº 11.770/2008, que prorroga a licença maternidade por sessenta dias, concedendo incentivo fiscal para as empresas participantes.

Em março de 2016, a Lei nº 13.257 alterou a Lei de 2008, incluindo também a prorrogação da licença paternidade por quinze dias. Desse modo, a licença paternidade passa a ser de 20 dias.

Os mesmos direitos são garantidos a quem adotar ou obtiver a guarda judicial para fins de adoção de criança.

Durante a prorrogação, o empregado manterá o seu direito à remuneração integral do período.

Contudo, a lei veda o exercício de qualquer atividade remunerada, devendo a criança ser mantida sob os cuidados do empregado, sob pena de perder o direito à extensão da licença.

Para garantir o benefício, além de a empresa fazer parte do programa, é necessário que o pai solicite a prorrogação do prazo em até dois dias úteis após o parto.

Também é necessário comprovar participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável, que aborda diversos assuntos, como a gestação, preparação para o parto, rotina familiar e planejamento financeiro.

É possível obter a certificação por meio do nosso curso de paternidade responsável, que atende à legislação e é totalmente on-line!

E aí, conseguiu entender a licença paternidade e a forma de contagem do prazo: cinco dias úteis ou corridos? Restou alguma dúvida? Entre em contato conosco!

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Por que algumas mulheres não têm desejo sexual na gravidez?

Avatar outubro 1, 2018 1 comment
Por que algumas mulheres não têm desejo sexual na gravidez?

Quando a mulher engravida, a rotina do casal muda. E isso é normal, afinal, a gestação é um período em que a sua esposa desenvolve um novo ritmo, muda as preferências e também a disposição.

Essas mudanças acontecem tanto por razões fisiológicas como emocionais, podendo causar desconfortos e outros sintomas como a queda no desejo sexual.

É justamente sobre essa redução da libido feminina que vamos falar. Continue a leitura e tire as dúvidas sobre os motivos que levam a essa diminuição do desejo sexual na gravidez e o que fazer para manter a vida sexual ativa durante essa fase. Confira!

O que muda no corpo da mulher durante a gestação

Durante a gestação, a mulher passa por inúmeras mudanças físicas.

Há uma maior produção de hormônios como, por exemplo, os corticoides — que acabam aumentando a sensação de cansaço, dores de cabeça, agitação e insônia — e a progesterona — responsável por mudanças de humor, dor nas mamas, aumento do apetite e retenção de líquido.

Tudo isso sem mencionar os demais sintomas, como as cólicas, náuseas e o constante ganho de peso presentes durante os nove meses de gestação.

Além do aspecto físico, também há também a questão emocional com a insegurança no primeiro trimestre da gravidez por medo de um aborto espontâneo, baixa autoestima e ansiedade.

Ufa, em meio tantas mudanças, como fica o desejo sexual na gravidez?

O desejo sexual na gravidez pode diminuir

Devido às alterações que ocorrem com as grávidas, é possível — e totalmente normal — que muitas delas sintam incômodos durante o ato sexual.

Isso se deve à diminuição da libido e da lubrificação vaginal, ao aumento da dificuldade de atingir o orgasmo, à hipersensibilidade nos seios, o cansaço físico e mental e, no último trimestre da gestação, por causa do crescimento da barriga e da dificuldade em encontrar uma posição mais confortável durante a relação.

Contudo, esse comportamento não é via de regra e não implica que todas as grávidas apresentarão as mesmas características. Por esse motivo, é muito importante se manter presente, ser participativo e companheiro da sua esposa nessa nova etapa da vida.

Além disso, algumas outras atitudes podem ser tomadas para ajudar a manter a libido da sua mulher. Conheça algumas delas!

O que fazer para manter a libido

Caso a libido da sua parceira diminua durante a gravidez, não veja isso como um problema, pois é, sim, possível lidar com essa situação e manter o contato sexual neste período.

Diálogo é fundamental

Para ajudar, é preciso que acima de tudo haja diálogo entre o casal. Procure saber o que ela está sentindo, seus medos, angústias e tente entender o que ela espera que você faça para ajudá-la nesses momentos.

Melhore a sua autoestima

Mostre que as mudanças físicas da sua amada não alteraram em nada sua beleza. Levantar a autoestima da sua esposa é muito importante durante a gravidez, pois ela vê inúmeras transformações em seu corpo, o que acaba minando sua confiança. Faça-a sentir bonita, confortável, amada e especial.

Aposte nos momentos a dois

Outra dica importante é não abrir mão dos momentos a dois. Isto é, por mais que a cada dia vocês se preparem para uma vida como pais, não podem esquecer que também são um casal. Por isso, namorem bastante, saiam para jantar e aposte nos momentos de romantismo e carinho entre vocês. Além de deixá-la mais relaxada, esses encontros ajudarão a trazer de volta a excitação.

Diversifique as posições durante o sexo

Por fim, busque diversificar as posições sexuais para que fique mais confortável o sexo e, se a lubrificação íntima da sua mulher reduzir, é possível incluir na relação o uso de lubrificantes e hidratantes vaginais.

Como você pôde perceber, se o desejo sexual na gravidez diminuir, não é preciso se preocupar. Manter a intimidade do casal e estar ao lado da sua parceira são os primeiros passos para espantar as neuras e garantir uma vida equilibrada e ativa sexualmente tanto para o homem quanto para a mulher, durante toda a gestação.

Ficou com alguma dúvida sobre o desejo sexual na gravidez ou quer compartilhar suas experiências no assunto? Deixe seu comentário. Queremos te ouvir!

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Moleira do bebê: 4 coisas que você precisa saber

Avatar setembro 29, 2018 2 comments
Moleira do bebê

Muitos pais de primeira viagem costumam ter dúvidas sobre o que é a moleira do bebê e acabam não sabendo ao certo como proceder, quais cuidados tomar ou mesmo qual é a sua função na prática. Por essa razão, reunimos algumas informações essenciais sobre o assunto para pôr fim aos seus questionamentos. Confira!

1. O que é a moleira do bebê

A moleira do bebê, também chamada de fontanela, é uma membrana fibrosa que forma os espaços entre os ossinhos do crânio dele.

Ao todo, os recém-nascidos têm duas delas. Uma que fica próximo à nuca, e a outra, que é mais perceptível, no alto da cabeça.

As moleiras desempenham funções essenciais, como permitir que a caixa craniana possa se contrair durante o parto para facilitar a saída da criança e permitir que o cérebro cresça de forma adequada e protegida, já que ele aumenta cerca de metade do seu tamanho ainda no primeiro ano de vida do bebê.

2. Quando ela fecha

Durante o período onde cérebro se desenvolve e o perímetro da cabeça do bebê aumenta, a moleira acompanha o ritmo natural de ambos os processos e vai fechando aos poucos.

A fontanela menor, por exemplo, costuma estar completamente fechada até o segundo mês de vida do recém-nascido, enquanto a maior fecha entre o décimo primeiro e o décimo oitavo mês.

3. Quando ela está normal

Saber se a moleira da criança está normal é uma preocupação constante dos pais nos primeiros meses de vida.

Contudo, é fácil perceber se há algo está errado apenas observando-a. Por exemplo, se ela não estiver nem funda nem alta, significa que não há nada fora da normalidade.

Em algumas ocasiões também é possível que ela seja pulsátil, porém não se assuste se ocorrer de forma sutil, afinal, a pulsação resulta da pressão arterial do cérebro, especialmente quando o bebê chora.

4. Cuidados necessários

O principal cuidado que os pais devem ter é realizar periodicamente as consultas com o pediatra do neném, pois ele será responsável por estabelecer uma rotina de acompanhamento de medição do diâmetro da cabeça do seu filho. Será nessas visitas ao consultório que ele verificará a moleira da criança e se ela está se desenvolvendo da maneira correta.

Além disso, é importante não apertar ou exercer pressão na moleira do bebê, além de ficar atento ao surgimento de algum sinal de alerta, como:

  • pulsação forte e febre simultânea, que podem ser um indício de hipertensão intracraniana;
  • moleira afundada e bebê com diarreia, que podem significar que ele está desidratado;
  • moleira abaulada — isto é, levantada — e neném com febre, que podem sinalizar meningite;
  • fechamento precoce da moleira (em menos de 6 meses), que pode indicar algum problema congênito e demandar intervenção cirúrgica;
  • demora no fechamento da moleira, que pode ser um sinal de hidrocefalia, ou seja, acúmulo de líquido no cérebro do bebê.

Como você leu, a moleira do bebê é uma área comum e muito importante para todo recém-nascido. Contudo, ela não precisa ser uma fonte de aflição constante, pelo contrário! Seguindo os cuidados necessários que listamos não haverá razões para se preocupar. Portanto, aproveite a paternidade e não se esqueça de ir sempre ao médico com o seu filho!

Aproveite e veja também 6 tarefas que você, pai, pode fazer após a chegada do neném!

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Saiba por que a amamentação é tão importante para o bebê

Avatar setembro 27, 2018 1 comment
por que a amamentação é tão importante

A amamentação é um processo muito importante para garantir a saúde do bebê e da mãe. O leite materno é rico em água, vitaminas, proteínas, gorduras e outros nutrientes essenciais para o desenvolvimento e para proteção do recém-nascido nos primeiros meses de vida.

Devido ao seu papel fundamental no desenvolvimento da criança, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS) orientam que as mães alimentem seus filhos até o sexto mês de vida somente com o leite materno.

Neste post, explicaremos os principais benefícios e por que a amamentação é tão importante para a saúde do bebê. Acompanhe e saiba mais sobre esse assunto!

Fortalecimento da imunidade

O leite materno contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que fortalecem o sistema imunológico e protege o recém-nascido de infecções comuns nos primeiros meses de vida, tais como otite, gastroenterites, doenças respiratórias e infecções urinárias. Além disso, outras doenças mais sérias como a leucemia, diabetes, asma e dermatite podem ser prevenidas com a amamentação.

Redução do estresse

O contato que o bebê tem com a mãe ao ser amamentado é fundamental para acalmá-lo, reduzir o choro e a ansiedade que ele sente. Além disso, a mãe também é beneficiada, pois a amamentação interfere positivamente no seu sistema nervoso, diminuindo o estresse.

Prevenção de alergias

O leite de vaca ou leites artificiais contêm componentes estranhos ao organismo do bebê, que podem causar deficiência de ferro e alergias intestinais, sinusite, rinite, bronquite, amigdalite e dermatite.

Se for alimentado somente com o leite materno, o recém-nascido não fica suscetível a essas alergias, pois as enzimas presentes no leite humano já são conhecidas pelo organismo da criança.

Fortalecimento dos pulmões por meio da amamentação

Outro benefício muito importante é o fortalecimento dos pulmões. Com o esforço que o recém-nascido precisa fazer para mamar, os pulmões e as vias respiratórias são fortalecidos, evitando o surgimento de catarro, chiados no peito, bronquites e asma.

Prevenção de cólicas

As cólicas surgem devido aos gases produzidos pela fermentação do leite no processo de digestão ou pela ingestão de ar na hora da sucção. A amamentação previne as cólicas, pois as proteínas presentes no leite materno, conhecidas como globulinas, são mais fáceis de serem digeridas e não fermentam tanto quanto as proteínas de outros leites. Além disso, a sucção do peito da mãe evita a ingestão de ar, o que não ocorre com a mamadeira.

Combate à anemia

Nos primeiros meses, o leite materno é rico em ferro e pobre em cálcio, por isso, previne a anemia no bebê. A quantidade de ferro presente em qualquer outro leite não é suficiente para o recém-nascido.

Além disso, o cálcio presente em grande quantidade no leite de vaca pode inibir a absorção de ferro pelo organismo.

Desenvolvimento cognitivo

A gordura presente no leite humano é formada por ácidos graxos poli-insaturados, que têm a função de formar neurônios e favorecer as sinapses nervosas.

Como o desenvolvimento do cérebro da criança acontece nos primeiros anos de vida, a gordura presente no leite materno é de extrema importância para a formação perfeita do cérebro do bebê, para o desenvolvimento do raciocínio lógico e para o desempenho de vocabulário da criança.

Crescimento de prematuros

Como o organismo dos bebês prematuros ainda não se formou completamente, o leite materno é essencial para que eles desenvolvam os sistemas digestivo, respiratório, entre outros.

Além disso, os anticorpos presentes no leite são importantíssimos para que o bebê prematuro não adquira alergias, infecções e outras doenças a que estão suscetíveis.

Desenvolvimento da arcada dentária

O movimento realizado na hora da sucção do leite estimula o desenvolvimento dos ossos e da musculatura da face e do crânio, contribuindo para a formação da arcada dentária e fazendo com que os futuros dentes se encaixem perfeitamente na mordida, o que favorece a mastigação, deglutição, fala e respiração perfeita.

Agora, que você já conhece todos os benefícios que a amamentação oferece, incentive sua esposa a amamentar o bebê, pelo menos, até o sexto mês de vida. Crie um ambiente seguro e exclusivo para que ela possa amamentar, e ofereça todo o apoio e suporte que ela precisa.

Gostou do nosso post? Então compartilhe com seus amigos nas redes sociais!

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6 acessórios que facilitam o banho do recém-nascido

Avatar setembro 19, 2018 0 comments
banho do recém-nascido

Uma das maiores preocupações com a chegada do primeiro filho é sobre a hora do banho.

Principalmente na primeira semana, quem ainda não possui muita prática pode se sentir inseguro e receoso de fazer algo que acabe afetando o bebê. Por isso, uma boa alternativa é investir em acessórios de banho do recém-nascido.

O cuidado e a atenção devem realmente ser redobrados nessa primeira fase e ao menos até que a criança cresça um pouco.

Mas não se preocupe ou vá logo passando a tarefa para outra pessoa: é hora de se mostrar um pai de primeira viagem participativo e parceiro.

Então, veja, a seguir, 6 opções que facilitam o banho do recém-nascido que podem ser úteis nesse momento.

1. Assento para banheira

Já é de conhecimento geral que a banheira é a melhor opção para dar banho nos bebês. Pelo menos nos primeiros meses, o chuveiro pode ser muito agressivo para a pele do pequeno, além de o barulho constante causar agitação.

Mas o grande risco da situação é que um recém-nascido ainda não tem o corpo firme o suficiente, e qualquer movimento errado pode fazer ele deslizar e até se afogar.

Portanto, algumas pessoas optam por colocar um assento plástico dentro da banheira. Assim, há redução do espaço livre e o bebê fica mais inclinado.

2. Rede de proteção

A rede protetora é um outro exemplo de acessório de banho do recém-nascido que visa facilitar o momento. O bebê fica apoiado e mais confortável, além de os pais ficarem com as mãos mais livres para fazer a higiene.

Dessa maneira, a criança continua em contato com a água morna, mas com menor risco relacionado à profundidade da banheira e a possíveis acidentes.

3. Termômetro

Se você não quer ficar com dúvida se a temperatura da água está adequada para o bebê, é melhor comprar logo um termômetro. Muitos pais fazem o teste colocando o antebraço na água para verificar se ela está entre os 36 e 37 graus ideais.

Mas se você quiser ter uma resposta mais garantida, há diversas opções de termômetros para banheiras: é só escolher uma marca confiável e adicionar o medidor ao kit de banho!

4. Almofada para banho

As almofadas podem ser feitas de tecido, borracha ou materiais semelhantes a esponjas. Elas servem para evitar que o bebê escorregue — o que pode ser bastante comum no contato com a água e o plástico da banheira. Colocando o acessório no fundo, você consegue mais segurança e comodidade.

5. Suporte para banheira

Dá para economizar em muitas coisas ao planejar o nascimento de um filho, mas alguns investimentos valem a pena, sobretudo se o foco for a saúde e o conforto dos pais e do bebê.

Nesse sentido, o suporte para banheira é uma das recomendações, pois evita posições desconfortáveis durante a hora do banho que, inclusive, podem acabar gerando dores no corpo e na coluna.

6. Brinquedos coloridos

A partir de três ou quatro meses, os bebês já conseguem interagir melhor e brincar com alguns acessórios. Então, brinquedos, como livros, copos e bichinhos de plástico, podem ser uma boa ideia para distrair o seu pequeno enquanto você aplica o sabonete e o xampu.

Com o estímulo dos brinquedos, as crianças ficam menos irritadas (alguns bebês adoram a hora do banho, outros nem tanto) e se divertem também. Apenas fique atento a objetos muito pequenos ou de materiais que possam ser perigosos.

E agora, já sabe se vai investir em acessórios de banho do recém-nascido? Já recebeu alguma outra indicação? Deixe um comentário e compartilhe as suas impressões conosco!

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Pode ou não pode? Entenda o que é permitido fazer na gravidez

Avatar setembro 9, 2018 0 comments
permitido fazer na gravidez

A gravidez é um momento muito delicado para o casal. A mulher enfrenta grandes mudanças corporais e emocionais e o futuro pai também convive com medos e dúvidas sobre o novo papel que irá exercer. Durante os nove meses, muitas perguntas costumam surgir sobre o que é permitido fazer na gravidez.

Se você tem essas dúvidas e quer informar melhor sua parceira, podemos ajudar!

O que é permitido fazer na gravidez?

Pintar o cabelo?

Os médicos desaconselham porque a química usada no cabelo é muito forte e há o risco de ser absorvida pelo couro cabeludo da mãe e assim prejudicar o bebê.

A orientação é não fazer nenhuma pintura pelo menos até o 4º mês, que é a fase mais crítica de formação. Depois, a grávida pode usar tinturas sem amônia, desde que evite passar na raiz do cabelo.

Vale lembrar que outras químicas, como progressivas, alisamentos e permanentes, são proibidas durante toda a gravidez.

Tomar remédios?

O ideal é não tomar remédios nesse período, mas alguns podem ser utilizados com moderação para aliviar problemas comuns à gravidez, como azia, dor de cabeça e enjoo.

Durante o pré-natal, a equipe de saúde indicará a vocês os medicamentos que são permitidos para esses sintomas. No caso de outros tratamentos, o médico vai avaliar a necessidade e acompanhar de perto.

Vocês nunca devem administrar remédios sem orientação médica!

Passar por cirurgias?

A orientação geral dos médicos é fazer o menor número possível de intervenções no corpo da mulher durante a gravidez.

Se houver necessidade de cirurgia, o caso será analisado com muito cuidado. Depois de ponderar os riscos e benefícios da operação, a equipe médica pode decidir por liberá-la ou deixá-la para depois do parto.

Dirigir?

É possível dirigir normalmente durante quase toda a gestação. Em geral, os médicos liberam até o 7º ou 8º mês.

Contudo, é preciso ter cuidado com o cinto de segurança. Ele deve passar na parte inferior do abdômen, assim não comprime o bebê.

A mulher deve observar também sua condição para encarar o trânsito. A gravidez pode deixá-la sonolenta e com reflexos mais lentos, além de mexer com o emocional.

Fazer exercício físico?

Claro! Atividades físicas são ótimas para manter a qualidade de vida da mulher durante a gestação.

Mas atenção! Vocês precisam da liberação do médico e do acompanhamento de um educador físico.

Ter relações sexuais?

Desde que não haja nenhum problema com a gravidez, o casal pode continuar normalmente sua rotina sexual durante todo o período. Se aparecerem problemas como cólicas ou sangramento, é preciso buscar orientação médica.

É importante saber que a diminuição da libido é normal na gestação, principalmente durante o primeiro trimestre. Além disso, dificuldades como indisposição, enjoos ou desconforto com o tamanho da barriga também podem afetar o interesse da mulher pelo sexo.

Algo totalmente permitido, durante toda a gestação, é oferecer à sua parceira muita compreensão e carinho — esse período será bem mais leve se ela contar com seu companheirismo!

Agora que você já sabe o que é permitido fazer na gravidez, vocês passarão por esses meses com mais tranquilidade. Lembre-se que o acompanhamento médico é fundamental nesse período.

O que achou do texto? Tem outras dúvidas? Comente neste post e responderemos para você!

O que é a paternidade responsável?

Avatar setembro 1, 2018 1 comment
paternidade responsável

Assim como grande parte das mulheres sonha com a maternidade, muitos homens nutrem o desejo de serem pais. Porém, é comum que eles comentem sobre a dificuldade de encontrar informações e dicas sobre a paternidade responsável.

Esse tema tem sido discutido de maneira mais ampla nos últimos tempos, principalmente depois que surgiu a lei que permite estender a licença paternidade.

Mas como isso funciona? Para entender melhor o assunto, não deixe de conferir o post a seguir!

Como funciona a extensão da licença-paternidade?

Como dissemos, o tema veio ainda mais à tona com a implantação da Lei 13.257, em 8 de março de 2016, como parte do Programa Empresa Cidadã — que foi criado em 2008 pelo Governo Federal em parceria com diversas empresas públicas e privadas.

O objetivo do programa, que não é obrigatório e só se aplica a empresas que declaram imposto sobre o lucro real, é beneficiar tanto os trabalhadores e suas crianças quanto as empresas.

Então, a companhia que adere é beneficiada com a dedução de impostos do salário pago nos meses em que a licença-maternidade é estendida (no caso, os últimos dois dos seis meses, já que os quatro primeiros são garantidos pelo INSS).

No caso dos trabalhadores homens, o Empresa Cidadã garante que eles também requeiram uma licença-paternidade estendida (de 5 para 20 dias), recebendo todos os seus direitos e remuneração durante esse período.

Contudo, para ter acesso a esse benefício, é preciso não só que a empresa seja filiada ao programa, mas que o funcionário faça o curso de paternidade responsável para fazer jus à extensão da licença.

Afinal, o que é paternidade responsável?

Em primeiro lugar, embora a realização do curso seja uma prerrogativa para o funcionário gozar do benefício da licença-paternidade por 20 dias, o significado do termo não para por aí. A paternidade responsável vai muito além do que se aprende em sala de aula.

É claro que os conhecimentos adquiridos no curso são de grande valia, sobretudo se colocados em prática no dia a dia. Mas é necessário entender, acima de tudo, qual é o papel do pai na educação e na formação de uma criança.

A importância da paternidade no desenvolvimento da criança

O crescimento de uma criança apresenta fases distintas, que abrangem desde a sua capacidade cognitiva, suas emoções, sua vida escolar, a vida em sociedade, a carreira profissional, entre outros fatores.

Em todas elas, a presença e o apoio dos pais é crucial para orientá-la e deixá-la mais segura. Inclusive, há muitos estudos que apontam o contexto familiar como motivação de diversos casos de hiperatividade e depressão, por exemplo.

Isso reforça como é importante estar ciente das responsabilidades da maternidade e da paternidade, procurando sempre fazer o melhor e se dedicando ao desenvolvimento sadio dos filhos.

Erros e dificuldades acontecem? Sim, praticamente a todo o momento e ninguém está livre disso. Mas pecar pela falta de vontade, de informação de estímulos e de atenção é muito pior, concorda?

Aliás, a rejeição paterna tende a ter um peso imenso na formação da personalidade de cada filho. Ela é capaz de gerar efeitos negativos — especialmente emocionais — que, quando não tratados, podem perdurar por anos, além de gerar complicações em vários aspectos.

Como exercer a paternidade responsável?

O comprometimento e a participação ativa do pai na criação dos filhos provocam benefícios incalculáveis. Pensando nisso, listamos abaixo 5 atitudes que um bom pai deve apresentar no ambiente familiar e na sociedade. Confira:

paternidade responsável1. Seja um bom exemplo

Lembre-se sempre de que o seu filho vai se espelhar em você. Portanto, não basta ser apenas um bom pai, é preciso ser um bom marido, um filho dedicado, um cidadão íntegro, um trabalhador honesto e responsável.

Ele precisa ver no pai um exemplo de homem digno, que busca ser uma pessoa melhor a cada dia e que lhe sirva de referência por toda a vida. Nesse sentido, as atitudes costumam ser tão importantes quanto as palavras — se não mais.

Logo, é imprescindível não se esquecer dessa missão, porque mesmo as menores práticas servem como exemplo: desde cultivar bons hábitos no dia a dia até valores como respeito, honestidade, lealdade, entre outros.

2. Encontre o equilíbrio entre amizade e autoridade

É muito bonito que pais e filhos sejam verdadeiros amigos. Porém, é necessário estabelecer alguns limites para que essa proximidade não se transforme em permissividade.

Sabe aquele pai que deixa o filho fazer tudo o que quer? Isso pode fazer com que ele se torne uma criança mimada — ou, pior, um adulto que não sabe aceitar um “não”, não sabe perder ou acha que o mundo está ao seu serviço.

Existem ainda os pais que deixam tudo para a mãe decidir, o que também não é legal, pois deixam de se posicionar e de assumir a postura de pai, inclusive não participando das tomadas de decisão.

Do outro lado da moeda, estão aqueles pais autoritários, que buscam conquistar o respeito do filho por meio de gritos e ameaças — o que também não é o melhor caminho.

As crianças precisam compreender a autoridade dos pais, mas sem que isso seja confundido com autoritarismo. É preciso impor respeito em vez do medo, explicando todas as situações para que elas entendam o que é melhor para elas.

No fim das contas, o ideal é buscar o equilíbrio, sabendo impor limites, mas também dando espaço para que o seu filho expresse seus sentimentos e opiniões.

3. Participe da vida do seu filho

De fato, o relacionamento entre pai e filho se constrói dia após dia. Alguns poucos minutos diários já podem ser suficientes para construir laços afetivos que durarão para sempre.

Portanto, além de ajudar nas pequenas tarefas cotidianas, é importante conversar com a criança e demonstrar interesse em participar da sua vida, seja ela menino ou menina. Assim é que se constrói uma relação de confiança.

Por exemplo: muitos pais só descobrem que o filho não está indo bem na escola quando chega o boletim. Ou pior: quando a criança é reprovada. Não seja assim! Pergunte como foi o seu dia e esteja sempre disposto a ouvi-lo quando ele quiser conversar sobre qualquer assunto.

E não adianta usar a velha desculpa de que falta tempo, pois você está correndo atrás de garantir o futuro do filho. Mesmo que você supra todas as suas necessidades materiais, lembre-se de que carinho, amor e atenção não estão à venda. E eles são a melhor forma de cultivar a harmonia na família.

4. Conquiste seu espaço

Devido a certas convenções sociais, alguns pais acabam ficando sem muito espaço para participar da vida dos filhos. Muitas vezes até por atitudes da própria mãe, que acredita que homens não são capazes de desempenhar tão bem as tarefas do dia a dia e acabam suprimindo a participação ativa do pai.

Isso pode acontecer até mesmo inconscientemente, por isso, é bom manter-se sempre atento. Então, se for o caso, você deve buscar conquistar esse espaço e mostrar o quanto você quer, pode e está apto a participar da rotina do seu filho.

5. Planeje o futuro

Ser um bom pai também engloba planejar o futuro do seu filho. Pensar em questões como finanças, acesso ao ensino de boa qualidade, saúde e lazer é fundamental para que os alicerces dessa estrutura comecem a ser criados desde já.

E isso deve começar a ser pensado antes mesmo que o bebê chegue ao mundo. Ainda que a sua vinda seja uma surpresa não esperada, a paternidade responsável envolve ter a consciência de todos os cuidados que serão necessários para o bem-estar da criança.

Dentre eles, não se esqueça de que cuidar de si mesmo também é essencial para que você seja um pai ativo e presente. Portanto, não deixe de lado fatores como a sua vida profissional, afetiva e a sua saúde — o que inclui não só visitas ao médico, exercícios físicos e uma boa alimentação, como também um pouco de lazer e diversão.

O que vou aprender no curso paternidade responsável?

O curso de paternidade responsável trabalha com a abordagem de diversos temas que são relevantes nesse novo momento de vida. A importância da figura paterna é destacada desde antes do nascimento do bebê.

apoio à companheira durante a gestação e a presença nos primeiros dias pós-parto fazem toda a diferença em longo prazo, tanto para a criança quanto para a mãe — que, muitas vezes, enfrenta certas dificuldades ou até problemas de saúde, como a depressão pós-parto, por exemplo.

Nesse período de instabilidade, encontrar no companheiro um “porto seguro” é fundamental. Além disso, é preciso refletir e compreender o que muda na sua vida profissional e pessoal após a chegada do seu filho.

Normalmente, todas essas áreas são reestruturadas quando a sua família ganha um novo integrante. Entender como isso acontecerá é de extrema importância e deixa qualquer pai mais preparado.

De toda forma, é indispensável perceber que a licença-paternidade não é um período de miniférias de 20 dias, mas, sim, um período de dedicação à sua companheira e ao seu filho.

Trata-se da ocasião ideal para estabelecer os primeiros vínculos com esse novo modelo de família que começa a surgir em sua vida, não é mesmo? Logo, o melhor que você pode fazer é dedicar um pouco do seu tempo, fazendo um bom curso para preparar-se melhor para isso.

E aí, conseguiu entender o que é paternidade responsável?

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O curso de paternidade responsável Vou Ser Pai é online e 100% seguro. Somos uma empresa que oferece um curso inovador. São várias dicas e aulas práticas para o pai de primeira viagem. No curso abordamos os principais aspectos que envolvem a sua vida e o relacionamento com a sua esposa. E a abordagem vai desde a gravidez, até os primeiros meses de vida do bebê. Ao fim do curso, você estará apto a realizar as principais tarefas relacionadas ao bebê (trocar fraldas, roupas, dar banho, curar umbigo etc).

O certificado é emitido, imediatamente, após o término do curso. Basta realizar uma avaliação (teste final) e o certificado é emitido, online, pelo próprio sistema.

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E o melhor é que não custa caro! Por apenas R$ 167,00 você vai se preparar melhor para essa nova etapa de sua vida. E, além disso, ainda estará apto a solicitar a extensão da sua licença paternidade.

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Gostou deste post? Se ele foi útil para você, que tal ajudar seus amigos que também estão prestes a se tornar pais? Eles também podem estar precisando entender melhor como exercer a paternidade responsável. Compartilhe-o agora mesmo em suas redes sociais!

5 dicas para cuidar do umbigo de um recém-nascido

Avatar agosto 30, 2018 2 comments
5 dicas para cuidar do umbigo de um recém-nascido

O nascimento do bebê é um momento muito especial para papais e mamães. A alegria de conhecer o rostinho do pequeno e de senti-lo nos braços é indescritível.

Contudo, quando chega a hora de ir para casa, alguns pais se sentem apreensivos quanto aos cuidados com o filho, ainda tão pequenino e frágil. E um dos principais medos nos cuidados com o recém-nascido está na higienização do umbigo de bebê.

Afinal, só de olhar aquele pedacinho de coto preso à criança, já dá uma certa agonia, não é mesmo? Isso sem falar nos mitos que cercam o assunto.

A verdade é que parece mais difícil do que realmente é. Para te ajudar nesse desafio, separamos algumas dicas para os papais ficarem por dentro do que deve ser feito e evitado na hora de cuidar do umbigo de bebê. Vamos lá?

O que é o coto umbilical?

Antes de falarmos dos cuidados propriamente ditos, é importante que você entenda exatamente do que se trata esse coto. Assim, fica mais fácil desconstruir algumas impressões e mitos que giram em torno do assunto.

Durante a gravidez, o cordão umbilical foi o grande responsável por garantir a oxigenação e a nutrição do bebê, ligando, por meio da placenta, mãe e filho.

Contudo, depois do parto, esse cordão é cortado — e não precisa se preocupar, a criança não sente absolutamente nada nesse procedimento —, e o que resta dele é um pedacinho, de cerca de 2 a 3 cm, ligado à barriguinha do recém-nascido. Esse pedacinho é chamado de coto umbilical.

Para que o umbigo de bebê cicatrize direitinho, é importante que papais e mamães mantenham uma rotina de cuidados e higienizações. Confira algumas dicas para que esse processo seja tranquilo e sem maiores desgastes.

Como cuidar do umbigo de bebê recém-nascido?

1. Lave bem as mãos antes de iniciar a limpeza do umbigo

O principal risco que cerca o coto umbilical é o de infecção. Por isso, antes de começar a assepsia, certifique-se de estar com as mãos bem limpas. Lave-as com sabão neutro, esfregando bem punhos e unhas para evitar que impurezas sejam levadas ao recém-nascido.

2. Higienize a cada troca de fralda

Para que o umbigo de bebê cicatrize bem, é fundamental manter a região seca e limpa. Portanto, o ideal é que a higienização seja feita a cada troca de fralda.

Antes de ter contato com a região íntima do pequeno, faça a limpeza do coto umbilical. Com um cotonete, passe álcool 70% em toda extensão do umbigo do bebê. Lembre-se de levantar o coto com delicadeza e limpar a região que fica na parte de baixo.

Durante o banho, somente água e sabonete neutro são necessários para a higienização da área, que deve ser feita sempre com cuidado e delicadeza.

3. Evite traumas na região

A principal orientação é manter o coto protegido por dentro da fralda, atentando-se para não apertá-la demais ao fechar. Assim, é possível evitar o atrito com as roupas, que pode causar irritação na área.

Após o banho, nunca seque a região diretamente com a toalha. O ideal é utilizar uma gaze, batendo levemente no umbigo do bebê.

4. Fique atento a alterações

Sinais de infecções devem ser observados atentamente: sangramento, vermelhidão, secreções e inchaço na região umbilical pode ser normal, principalmente quando acontecem traumas na região, como atrito com roupas ou fralda. Contudo, se acontecer com frequência ou em excesso, procure o pediatra.

Um cheiro forte e desagradável também pode ocorrer como sinal de cicatrização, porém, se permanecer por um longo período, pode ser sinal de infecção e deve ser avaliado o quanto antes pelo médico para o tratamento correto.

5. Continue os cuidados mesmo após a queda do coto

Em até 15 dias, é comum que o coto umbilical escureça e caia sozinho. Entretanto, é muito importante que os pais mantenham os cuidados de higienização e assepsia do local para garantir a cicatrização.

Nada de aderir à moda dos antigos de usar faixas, moedas ou até mesmo pó de café no umbigo do bebê. Essas são medidas reprovadas pelos médicos e podem causar infecções sérias.

Agora que você já sabe como cuidar do umbigo de bebê, conheça as tarefas que o pai pode fazer com a chegada do recém-nascido!

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Chá de Bebê Online: Plataforma virtual de chá de bebê pode trazer mais facilidade para a vida dos pais

Avatar agosto 18, 2018 2 comments
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A gravidez é um momento muito especial para os pais e também repleto de novidades, dúvidas e planejamentos. Ao meio da organização da chegada do bebê, que muda muito a vida do casal, eles precisam preparar o quarto, o enxoval e o chá de bebê.

Muitos detalhes, muitas mudanças e também muito trabalho. Pensando nisso, a palavra de ordem para os pais deve ser praticidade.

Com diferentes atividades para organizar, o ideal é tornar cada uma delas mais leves, prazerosas e fáceis. Assim, os pais conseguem curtir mais esse momento lindo e, ao mesmo tempo, preparar tudo.

Pensando nisso, uma tendência que veio para ficar, principalmente, por sua praticidade, é o chá de bebê online.

Chá de bebê online

Mas afinal, o que é o chá de bebê online? É uma facilidade maior tanto para os pais quantos para os convidados. Ele é bem próximo do chá de bebê tradicional, que tem o intuito de compartilhar o momento com amigos e familiares e ainda ter uma ajudinha no enxoval de bebê. A única diferença – e a que o torna mais especial – é que, no chá de bebê online, a lista de presentes é virtual, feita pelo site EuNeném.

Os pais montam uma lista virtual – escolhendo os produtos que desejam -, os convidados compram um presente e os pais retiram o valor total recebido em dinheiro. Com isso, eles podem montar o enxoval de bebê como preferirem, optando pelos produtos conforme a necessidade e gosto. E ainda, não precisam se preocupar com o estoque das dezenas de fraldas em casa e, até mesmo, com trocas de presentes repetidos.

Para os convidados, a comodidade é ainda maior. Ele não precisa pensar em qual presente deve dar e nem sair de casa em busca dele. Tudo virtual.

No caso da festa física, o chá de bebê online pode ser um complemento para ela, não sendo necessário eliminá-la. Os pais ainda podem marcar uma data para receber com alegria os amigos e familiares em casa. Nesse caso, os presentes continuam online, pelo EuNeném. Não sendo necessário, portanto, levá-lo para a festa.

Com isso, o momento de celebrar a gravidez e o bebê que está chegando pode acontecer da mesma forma: com bolo, comidinhas e boas companhias. E o melhor de tudo, com mais comodidade e praticidade para os pais. Que maravilha, não é mesmo?

Vantagens do chá de bebê online

  • Amigos e parentes que moram longe podem participar desse momento, presenteando o bebê pelo site;
  • Mais facilidade para os convidados. Ninguém vai precisar sair de casa e se preocupar em consultar diferentes lojas para a escolha de um produto bom e financeiramente viável;
  • Praticidade para os pais. Ao receber em dinheiro, presentes repetidos são evitados, bem como o trabalho de trocá-los;
  • Os pais podem testar diferentes marcas de fraldas e não precisam se preocupar em onde as dezenas de fraldas ganhadas no chá de bebê serão guardadas. É muito comum que bebês tenham alergia a alguma marca. Portanto, é ideal que os pais façam um teste antes de começarem a estocar o produto;
  • Os pais podem comprar os produtos aos poucos, conforme a necessidade e o que considerarem mais importante da lista do enxoval.

Pais que arrasam!

Avatar agosto 15, 2018 1 comment
criar os filhos sozinhos

Ser mãe não é uma tarefa fácil. E ser pai também não é.

A mãe tem o instinto materno, do qual ninguém discorda: foi ela quem deu a luz.

Esse instinto tem a ver também com a amamentação, que tem que ser feita todos os dias nos primeiros meses. Mãe e filho ficam unidos por dias, noites, meses… Formando um verdadeiro elo materno.

É claro que esse laço tão próximo fortifica a relação. Tanto é que o bebê, logo nos seus primeiros dias de vida, já reconhece a voz da mãe, na multidão de sons que existe no mundo.

O pai… Bem, o pai também tem um papel muito importante na vida de um filho. Mas é muito diferente daquilo que chamamos de instinto materno.

Ele age por fora: é quem vai dar toda a assistência para que o bebê tenha um crescimento saudável, alegre e feliz.

Comprovadamente, e de forma geral, os pais possuem os sentidos mais racionais e isso se soma ao fato de não estarem tão ligados aos bebês como as mães (lembra-se da gestação e o período de amamentação?).

Logo, o amor de pai é menos físico, mas pode ser tão intenso quanto o da mãe. Tudo vai depender da forma com que ele se relaciona com o filho. E esse elo começa a ser criado após o nascimento, diferente da mãe que tem uma relação desde antes do nascimento.

O fato é que o amor, carinho e todos os outros bons sentimentos do planeta são de responsabilidade de ambos. Portanto, criar um filho é tarefa do pai assim como é tarefa da mãe.

Esqueça a ideia de que a mãe é mais importante na educação do filho! O que é preciso notar é que o pai tem tarefas importantes também.

A história se torna mais complexa quando um dos dois, pais ou mães, passa a não fazer mais parte da vida dos filhos deixando para o outro a obrigação da criação, do desenvolvimento, da educação, dos cuidados gerais das crianças.

Pães – quando pai ou mãe assume o papel de ambos

No mundo moderno, o número de divórcios é o mais alto de todos os tempos e os motivos também são os mais variados. Por isso, muitos pais começam a exercer duas funções simultâneas: a de pai e a de mãe.

Mas, como conseguir fazer esses dois papéis – será que é possível?

O mais comum é encontrarmos histórias de mães que assumiram o papel dos pais. Só que a situação também se inverte algumas raras vezes. Para os dois casos, foi criado um termo: “pães”, que é justamente a junção de pai e mãe.

Os pães são responsáveis pelos filhos e atuam em todas as posições possíveis colecionando as maiores experiências de suas vidas. A questão emocional é a que mais pesa nessa hora, principalmente para o pai, conforme as histórias conhecidas.

Pai é pai e mãe é mãe

. O que poucos sabem é que existe um “segredo” para conseguir arcar com os novos desafios: é entender que cada pessoa tem o seu próprio limite – pai é pai e mãe é mãe.

A figura paterna, por exemplo, sempre vai ser um referencial para os filhos.

Em poucas palavras, a sociedade precisa aceitar que não é possível alguém ser pai e mãe ao mesmo tempo. Isso seria algo sobre humano – ou você é pai ou você é mãe. E ponto final.

Um bom pai, portanto, é aquele que influencia os filhos de forma positiva.

E nada impede que eles sejam bastante próximos as crianças – quanto mais sincera e real a relação for, mais rica e positiva ela será. É por isso que alguns pais conseguem executar perfeitamente a tarefa de “pães”.

De outro lado, as mães também tem que entender isso.

A sociedade brasileira criou um novo perfil – na qual a família brasileira é formada, em muitos casos, tendo a mãe como papel central, chefe de família.

Se ela é quem cria os filhos e faz toda a tarefa, é claro que ela é uma “chefa” de família. O que estamos dizendo é que ainda assim ela continuará tendo todas as características de mãe e não as de pai.

Sobre criar os filhos sozinhos

Para criar os filhos sozinhos, não existe uma receita pronta.

Seja pai ou mãe, é preciso ter serenidade, paciência e muita sabedoria nas tomadas de decisões.

Para terminar este artigo, vamos sugerir algumas dicas breves sobre a criação dos filhos para aqueles que exercem o papel de “pães”.

O primeiro ponto é entender que não existe possibilidade alguma de se fazer o papel do outro. A criança sempre vai sentir falta da outra parte e a solução é aliviar isso com o seu melhor sentimento possível – o carinho.

Esteja presente na vida da criança e garanta que ela tenha uma boa educação.

Ao mesmo tempo, observe que há uma diferença entre carinho e mimo.

Se a criança entender que terá regalias por não ter um pai ou uma mãe (como forma de compensar a ausência), isso será um erro fatal porque ela vai conhecer uma versão alterada da realidade.

A criança pode ter todo aparato necessário para um crescimento saudável, como o carrinho de bebê, a cadeira para automóvel, andadores e tudo mais que for indicado pelos pediatras.

Nesse caso, estamos falando muito mais em segurança do que em regalias.

Entenda que o luxo acontece quando você presenteia a criança simplesmente por ela não ter pai ou mãe. Isso é regalia.

Por sinal, evite esconder os fatos ou mentir para a criança. O ideal é que ela saiba sobre a sua origem e o motivo da ausência do pai ou da mãe. Mas seja sincero com essas respostas.

 

Regras da cadeirinha para carros: entenda!

Avatar outubro 2, 2017 0 comments
cadeirinha

Ao transportar uma criança no carro, algumas regras devem ser respeitadas. Para certas idades é necessária a utilização de cadeirinha especial para automóveis, mas muitas informações ainda são desconhecidas pelos pais, principalmente os de primeira viagem, o que pode acarretar tanto em um perigo para a segurança da criança quanto em uma infração de trânsito.

Para esclarecer questões sobre as regras da cadeirinha para carros, preparamos este texto especialmente para você. Confira!

Legislação de trânsito sobre o transporte de crianças

O artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) afirma que as crianças com com menos de 10 anos devem ser transportadas nos bancos traseiros, salvo exceções previstas pelo CONTRAN.

O artigo 65 da mesma lei prevê a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança para o condutor e para os passageiros. Não obedecer essas normas é considerado infração de trânsito.

Quanto ao transporte de crianças, a não observação das normas de segurança é infração gravíssima, punível com 7 pontos na carteira, multa no valor de R$293,47, além da aplicação de medida administrativa de retenção do veículo até sanar a irregularidade.

Já a infração por passageiro ou condutor que não esteja utilizando o cinto de segurança é infração grave, punível com 5 pontos na carteira e multa de R$ R$195,23, além da retenção do veículo até a colocação do cinto de segurança.

Regras da cadeirinha para carros

A Resolução nº 277 de 2008, conhecida como “Lei da cadeirinha”, regulamenta o transporte de menores de 10 anos nos veículos.

De acordo com a norma, devem ser observadas as seguintes regras:

Crianças até um ano

Até um ano a criança deve ser transportada em bebê conforto ou poltrona reversível no banco traseiro do veículo, com a cadeirinha virada para a traseira do carro. Essa posição é obrigatória por lei, e tem a função de proteger o pescoço da criança em casos de batidas ou freadas bruscas.

A cadeirinha para recém-nascidos é obrigatória desde a saída do hospital, por isso, é importante adquiri-la com antecedência e já deixá-la instalada no veículo.

Crianças de 1 a 4 anos

É preciso utilizar cadeirinha para crianças, preferencialmente ainda virada para a traseira do veículo. É possível instalar a cadeira virada para a frente se ela não tiver bandeja ou qualquer acessório equivalente.

Crianças de 4 a 7 anos e meio

É possível usar assento de elevação, também conhecido como “booster”, junto com o cinto de segurança de 3 pontos do carro. A transição deve ser feita quando a criança não couber mais na cadeirinha.

Crianças de 7 anos e meio a 10 anos

Crianças de 7 anos e meio até 10 anos podem viajar no banco traseiro com o cinto de segurança do veículo, sem necessidade de cadeirinha especial.

Casos específicos

Se houver mais de 3 crianças abaixo de 10 anos no carro, a mais alta poderá ir na frente. Porém, deve usar o dispositivo de retenção adequado para sua altura e peso, se tiver menos de 7 anos e meio.

O mesmo se aplica aos casos de carros que não possuem banco traseiro ou em que não seja possível instalar a cadeira.

Dicas para comprar a cadeirinha

A cadeirinha deve ser adquirida junto com o enxoval do seu filho. Na hora da compra existem alguns cuidados que devem ser observados:

  • compre cadeirinhas com selo de certificação do Inmetro, para garantir a segurança;
  • dê preferência para as que possuem cinto de 5 pontos. Dessa forma a criança fica mais presa e segura;
  • analise a qualidade do material. Conforto e qualidade são fundamentais para garantir a segurança da criança;
  • verifique o espaço do carro. Alguns modelos são maiores e podem não se adaptar bem ao veículo.

Ao adquirir a cadeirinha, leia atentamente o manual de instruções para garantir a instalação e a utilização correta do equipamento. Assim você garante a segurança do seu filho durante o transporte.

Agora que você já conhece as regras da cadeirinha para carros, aproveite para aprender as regras para viajar com crianças para o exterior!