O que é a paternidade responsável?

setembro 1, 2018 0 comments 4935 Visualizações
paternidade responsável

Assim como grande parte das mulheres sonha com a maternidade, muitos homens nutrem o desejo de serem pais. Porém, é comum que eles comentem sobre a dificuldade de encontrar informações e dicas sobre a paternidade responsável.

Esse tema tem sido discutido de maneira mais ampla nos últimos tempos, principalmente depois que surgiu a lei que permite estender a licença paternidade.

Mas como isso funciona? Para entender melhor o assunto, não deixe de conferir o post a seguir!

Como funciona a extensão da licença-paternidade?

Como dissemos, o tema veio ainda mais à tona com a implantação da Lei 13.257, em 8 de março de 2016, como parte do Programa Empresa Cidadã — que foi criado em 2008 pelo Governo Federal em parceria com diversas empresas públicas e privadas.

O objetivo do programa, que não é obrigatório e só se aplica a empresas que declaram imposto sobre o lucro real, é beneficiar tanto os trabalhadores e suas crianças quanto as empresas.

Então, a companhia que adere é beneficiada com a dedução de impostos do salário pago nos meses em que a licença-maternidade é estendida (no caso, os últimos dois dos seis meses, já que os quatro primeiros são garantidos pelo INSS).

No caso dos trabalhadores homens, o Empresa Cidadã garante que eles também requeiram uma licença-paternidade estendida (de 5 para 20 dias), recebendo todos os seus direitos e remuneração durante esse período.

Contudo, para ter acesso a esse benefício, é preciso não só que a empresa seja filiada ao programa, mas que o funcionário faça o curso de paternidade responsável para fazer jus à extensão da licença.

Afinal, o que é paternidade responsável?

Em primeiro lugar, embora a realização do curso seja uma prerrogativa para o funcionário gozar do benefício da licença-paternidade por 20 dias, o significado do termo não para por aí. A paternidade responsável vai muito além do que se aprende em sala de aula.

É claro que os conhecimentos adquiridos no curso são de grande valia, sobretudo se colocados em prática no dia a dia. Mas é necessário entender, acima de tudo, qual é o papel do pai na educação e na formação de uma criança.

A importância da paternidade no desenvolvimento da criança

O crescimento de uma criança apresenta fases distintas, que abrangem desde a sua capacidade cognitiva, suas emoções, sua vida escolar, a vida em sociedade, a carreira profissional, entre outros fatores.

Em todas elas, a presença e o apoio dos pais é crucial para orientá-la e deixá-la mais segura. Inclusive, há muitos estudos que apontam o contexto familiar como motivação de diversos casos de hiperatividade e depressão, por exemplo.

Isso reforça como é importante estar ciente das responsabilidades da maternidade e da paternidade, procurando sempre fazer o melhor e se dedicando ao desenvolvimento sadio dos filhos.

Erros e dificuldades acontecem? Sim, praticamente a todo o momento e ninguém está livre disso. Mas pecar pela falta de vontade, de informação de estímulos e de atenção é muito pior, concorda?

Aliás, a rejeição paterna tende a ter um peso imenso na formação da personalidade de cada filho. Ela é capaz de gerar efeitos negativos — especialmente emocionais — que, quando não tratados, podem perdurar por anos, além de gerar complicações em vários aspectos.

Como exercer a paternidade responsável?

O comprometimento e a participação ativa do pai na criação dos filhos provocam benefícios incalculáveis. Pensando nisso, listamos abaixo 5 atitudes que um bom pai deve apresentar no ambiente familiar e na sociedade. Confira:

paternidade responsável1. Seja um bom exemplo

Lembre-se sempre de que o seu filho vai se espelhar em você. Portanto, não basta ser apenas um bom pai, é preciso ser um bom marido, um filho dedicado, um cidadão íntegro, um trabalhador honesto e responsável.

Ele precisa ver no pai um exemplo de homem digno, que busca ser uma pessoa melhor a cada dia e que lhe sirva de referência por toda a vida. Nesse sentido, as atitudes costumam ser tão importantes quanto as palavras — se não mais.

Logo, é imprescindível não se esquecer dessa missão, porque mesmo as menores práticas servem como exemplo: desde cultivar bons hábitos no dia a dia até valores como respeito, honestidade, lealdade, entre outros.

2. Encontre o equilíbrio entre amizade e autoridade

É muito bonito que pais e filhos sejam verdadeiros amigos. Porém, é necessário estabelecer alguns limites para que essa proximidade não se transforme em permissividade.

Sabe aquele pai que deixa o filho fazer tudo o que quer? Isso pode fazer com que ele se torne uma criança mimada — ou, pior, um adulto que não sabe aceitar um “não”, não sabe perder ou acha que o mundo está ao seu serviço.

Existem ainda os pais que deixam tudo para a mãe decidir, o que também não é legal, pois deixam de se posicionar e de assumir a postura de pai, inclusive não participando das tomadas de decisão.

Do outro lado da moeda, estão aqueles pais autoritários, que buscam conquistar o respeito do filho por meio de gritos e ameaças — o que também não é o melhor caminho.

As crianças precisam compreender a autoridade dos pais, mas sem que isso seja confundido com autoritarismo. É preciso impor respeito em vez do medo, explicando todas as situações para que elas entendam o que é melhor para elas.

No fim das contas, o ideal é buscar o equilíbrio, sabendo impor limites, mas também dando espaço para que o seu filho expresse seus sentimentos e opiniões.

3. Participe da vida do seu filho

De fato, o relacionamento entre pai e filho se constrói dia após dia. Alguns poucos minutos diários já podem ser suficientes para construir laços afetivos que durarão para sempre.

Portanto, além de ajudar nas pequenas tarefas cotidianas, é importante conversar com a criança e demonstrar interesse em participar da sua vida, seja ela menino ou menina. Assim é que se constrói uma relação de confiança.

Por exemplo: muitos pais só descobrem que o filho não está indo bem na escola quando chega o boletim. Ou pior: quando a criança é reprovada. Não seja assim! Pergunte como foi o seu dia e esteja sempre disposto a ouvi-lo quando ele quiser conversar sobre qualquer assunto.

E não adianta usar a velha desculpa de que falta tempo, pois você está correndo atrás de garantir o futuro do filho. Mesmo que você supra todas as suas necessidades materiais, lembre-se de que carinho, amor e atenção não estão à venda. E eles são a melhor forma de cultivar a harmonia na família.

4. Conquiste seu espaço

Devido a certas convenções sociais, alguns pais acabam ficando sem muito espaço para participar da vida dos filhos. Muitas vezes até por atitudes da própria mãe, que acredita que homens não são capazes de desempenhar tão bem as tarefas do dia a dia e acabam suprimindo a participação ativa do pai.

Isso pode acontecer até mesmo inconscientemente, por isso, é bom manter-se sempre atento. Então, se for o caso, você deve buscar conquistar esse espaço e mostrar o quanto você quer, pode e está apto a participar da rotina do seu filho.

5. Planeje o futuro

Ser um bom pai também engloba planejar o futuro do seu filho. Pensar em questões como finanças, acesso ao ensino de boa qualidade, saúde e lazer é fundamental para que os alicerces dessa estrutura comecem a ser criados desde já.

E isso deve começar a ser pensado antes mesmo que o bebê chegue ao mundo. Ainda que a sua vinda seja uma surpresa não esperada, a paternidade responsável envolve ter a consciência de todos os cuidados que serão necessários para o bem-estar da criança.

Dentre eles, não se esqueça de que cuidar de si mesmo também é essencial para que você seja um pai ativo e presente. Portanto, não deixe de lado fatores como a sua vida profissional, afetiva e a sua saúde — o que inclui não só visitas ao médico, exercícios físicos e uma boa alimentação, como também um pouco de lazer e diversão.

O que vou aprender no curso paternidade responsável?

O curso de paternidade responsável trabalha com a abordagem de diversos temas que são relevantes nesse novo momento de vida. A importância da figura paterna é destacada desde antes do nascimento do bebê.

apoio à companheira durante a gestação e a presença nos primeiros dias pós-parto fazem toda a diferença em longo prazo, tanto para a criança quanto para a mãe — que, muitas vezes, enfrenta certas dificuldades ou até problemas de saúde, como a depressão pós-parto, por exemplo.

Nesse período de instabilidade, encontrar no companheiro um “porto seguro” é fundamental. Além disso, é preciso refletir e compreender o que muda na sua vida profissional e pessoal após a chegada do seu filho.

Normalmente, todas essas áreas são reestruturadas quando a sua família ganha um novo integrante. Entender como isso acontecerá é de extrema importância e deixa qualquer pai mais preparado.

De toda forma, é indispensável perceber que a licença-paternidade não é um período de miniférias de 20 dias, mas, sim, um período de dedicação à sua companheira e ao seu filho.

Trata-se da ocasião ideal para estabelecer os primeiros vínculos com esse novo modelo de família que começa a surgir em sua vida, não é mesmo? Logo, o melhor que você pode fazer é dedicar um pouco do seu tempo, fazendo um bom curso para preparar-se melhor para isso.

E aí, conseguiu entender o que é paternidade responsável?

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